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Análise gerada por IA
NE
NEOENERGIA
NEOE3 · Utilidade Pública · Novo Mercado
R$ 33,80
Market Cap
R$ 41,1B
EV
R$ 99,0B
P/L (LTM)
8,5×
DY (LTM)
4,84%
Resultado 3T26 ·  20 de out de 2026, 20:32

Neoenergia: lucro cresce 27% no 3T26 com ganho não recorrente do GIC

Margem bruta sem VNR sobe 6% com volume e reajustes e o EBITDA caixa avança 12%, mas o lucro carrega R$ 292 milhões de fair value do GIC; sem equivalência patrimonial o EBITDA recua 3,8% e o lucro acumulado cai 5%.

Avaliação da IA: neutra  —  comparação com o histórico da própria Neoenergia; não é recomendação.
Receita líquida
R$ 12,27 bi
−9,0% a/a
Margem EBITDA
26,9%
+1,6 p.p. a/a
Lucro líquido
R$ 1,19 bi
+27,6% a/a
ROE 12m
13,1%
+0,3 p.p. a/a
Números do trimestre
R$ bilhões · ITR consolidado
3T263T25a/a2T26t/t
Receita líquida12,2713,49−9,0%12,57−2,3%
Lucro bruto3,233,43−5,7%3,51−7,8%
Margem bruta26,3%25,4%+0,9 p.p.27,9%−1,6 p.p.
EBITDA3,303,41−3,3%3,37−2,1%
Margem EBITDA26,9%25,3%+1,6 p.p.26,8%+0,1 p.p.
Lucro líquido1,190,93+27,6%0,91+30,4%
Margem líquida9,7%6,9%+2,8 p.p.7,2%+2,4 p.p.
LPA (R$ por ação)0,970,76+27,2%0,74+30,7%
ROE (12 meses)13,1%12,8%+0,3 p.p.12,4%+0,7 p.p.
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Análise
Texto gerado por IA a partir do release · números conferidos
01

Volume, GD e reajustes sustentam a margem sem VNR

A energia distribuída cresceu 6,0%, para 19.623 GWh, e a injetada, 6,9%, para 22.857 GWh. A administração atribui o avanço a temperaturas mais altas no trimestre e à base de clientes, que subiu 2,0% para 17,2 milhões. Residencial (+9,1%) e a energia de compensação de GD (+25,4%) explicam a maior parte: a GD respondeu por 31,6% do aumento da energia injetada, cujo crescimento sem GD foi de 5,3%. Industrial ficou em +1,8%. A receita operacional líquida caiu 7%, para R$ 12.022 milhões, mas o grosso é passagem de custos de construção, que recuaram R$ 521 milhões; a margem bruta sem VNR subiu 6%, para R$ 4.518 milhões, com Elektro (+2,36% em ago/26) e Brasília (+8,3% em out/25) compensando a Parcela B negativa de Coelba, Cosern e Pernambuco em abr/26. Geração e clientes recuou 11% em margem bruta, por menor geração eólica (-15%) e desconsolidação de Dardanelos.

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02EBITDA só cresce quando entra a equivalência do GIC
03Fair value do GIC e VNR menor explicam o lucro do trimestre
04Alavancagem estável financiando capex de distribuição
05Destaques não citam perdas acima do limite
06Perdas, transmissão e revisão tarifária de Brasília
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