VAMOS passa de R$ 1 bilhão de EBITDA com lucro favorecido por menor despesa financeira
Serviços de locação cresceram 11,4% e a margem EBITDA consolidada foi a 65,0%, mas a venda de ativos caiu 21,4% e a melhora do resultado financeiro respondeu por 54,2% do avanço do lucro antes de impostos
| 3T26 | 3T25 | a/a | 2T26 | t/t | |
|---|---|---|---|---|---|
| Receita líquida | 1,59 | 1,53 | +4,3% | 1,56 | +1,9% |
| Lucro bruto | 0,81 | 0,74 | +9,6% | 0,79 | +3,1% |
| Margem bruta | 50,9% | 48,4% | +2,5 p.p. | 50,3% | +0,6 p.p. |
| EBITDA | 1,06 | 0,84 | +27,1% | 0,99 | +6,9% |
| Margem EBITDA | 66,7% | 54,7% | +12,0 p.p. | 63,6% | +3,1 p.p. |
| Lucro líquido | 0,15 | 0,05 | +199,1% | 0,10 | +49,3% |
| Margem líquida | 9,5% | 3,3% | +6,2 p.p. | 6,5% | +3,0 p.p. |
Serviços compensam a queda de Seminovos
A receita líquida de R$ 1.594,2 milhões (+4,3% A/A) esconde movimentos opostos. Serviços de locação somaram R$ 1.157,4 milhões (+11,4%) e passaram de 67,9% para 72,6% da receita líquida, com frota alugada recorde, yields marginais maiores, reajustes contratuais e menor cancelamento de faturamento de inadimplentes; a receita de serviços cresceu acima do imobilizado bruto de frota (+4,1%), diferença que a companhia atribui à locação de ativos usados (Sempre Novo e extensões). A frota recuou 0,6% em unidades enquanto o imobilizado bruto locado subiu 8,5%, efeito de mix e de preço médio dos ativos. Na direção oposta, a venda de ativos caiu 21,4%, com Seminovos em -23,8%, porque a desmobilização encolheu: extensões de contrato recordes de R$ 970,1 milhões e retomadas no menor nível desde o 1T23 (R$ 111,4 milhões) reduziram a oferta de usados. Excluindo Seminovos, a receita líquida cresceu 14,0%, e a Indústria somou R$ 130,5 milhões (+28,3%).